Atualmente podemos assistir a uma grande massa de produtos que prometem vídeo digital, são câmeras, camcorders, webcams e tudo mais.
         O problema é que muitos não sabem o que isso pode significar na captação de imagens e sons, pode-se ter uma ótima captação com ótimo som ou algo muito pior que câmeras VHS-C ou 8mm gravando em EP (velocidade mínima) onde a imagem e som são realmente sofríveis, mesmo para a época no auge dessas câmeras.
         No CD Aprendendo Tecnologias, é demonstrado quanta diferença pode fazer gravar de uma forma ou outra.
         O termo "vídeo digital" e "filmagem digital" tem uma abrangência muito grande. Consumidores ávidos por novas tecnologias acabam adquirindo câmeras que prometem fotografar e filmar com "qualidade digital". A verdade é que a mídia não está mentindo, só está ocultando algumas verdades. A "qualidade digital" pode ter um resultado tão ruim que câmeras analógicas antigas são de alta definição. Sem contar que o uso de memórias como armazenamento ainda não estão próprias para gravação de vídeo com qualidade de fato devido ao pouco espaço e velocidade. Existe um sistema da Panasonic que permite o uso de mémórias mas estão reservadas ao mercado de TV (SDcam).
         Tudo isso se deve ao formato e tipo de compressão, termo que pode-se equiparar a velocidade de gravação dos formatos analógicos (SP, LP, EP/SLP) onde quanto mais tempo couber na fita menos qualidade terá. No caso do digital, quanto mais compressão, menos qualidade mas com mais tempo de gravação no disco ou fita.
         Em um DVD R, por exemplo, de 4.7GB podemos colocar 2hrs de vídeo em má qualidade (4.7 GB dá pra 1h de boa qualidade DVD), mas na verdade posso colocar cerca de 66hs de vídeo nesse mesmo disco, naturalmente só poderá ser visto via computador mas é uma mostra de que deve-se tomar muito cuidado com o termo "qualidade digital".
 
Italo Valerio
 

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